quarta-feira, 25 de novembro de 2009

RESENHA

Esta resenha trata de um tema de prevenção a saúde sexual da mulher. Trata-se do modo da mulher se preservar durante o ato sexual através do uso do preservativo feminino. Para tratar do assunto o grupo recorreu a várias fontes de pesquisa, visando ampliar o conhecimento sobre a forma de se prevenir e também de ter uma prevenção liberal e inteligente e ao mesmo tempo consciente no momento da relação sexual.
Visitamos alguns sites sobre prevenção segura e inteligente, e também pesquisamos em algumas revistas sobre a saúde da mulher com relação a sua sexualidade ativa, bem como a inserção do preservativo feminino nesse contexto.
O número de mulheres que se preocupam com a prevenção durante o ato sexual é bem pequeno, segundo a revista G Magazine, a maioria das mulheres deixam por conta do parceiro a prevenção na hora da relação sexual, não se preocupando com a sua própria prevenção, sendo este, uma das maiores formas de transmissão das doenças sexualmente transmissíveis (DST) e HIV/Aids. A falta de campanha e propagandas para o público feminino, o conservadorismo da sociedade e o machismo social estabelece nas ações da mulher um comportamento tímido e acanhado em tomar partido na prevenção diante do parceiro. Conforme publicado na revista Istoé, muitas mulheres se envergonham de chegar numa farmácia ou drogaria e pedir um preservativo feminino, ou tampouco comentar com alguém sobre o assunto.
Segundo o site http//periódicos.uem.Br/ojs/index.php/cienccuidsaude, a idade das mulheres que possuem menos conhecimento sobre a prevenção sexual está entre 16 e 25 anos, onde é encontrada a maior porcentagem de DST e gravidez inesperada. No estudo, sete mulheres com idade acima dos dezoito anos participaram. A coleta de dados ocorreu por meio de entrevistas semi-estruturadas. Após a análise de conteúdo, constituíram-se algumas categorias: “A vulnerabilidade antes da infecção do HIV e A vulnerabilidade após a infecção do HIV”. Os resultados indicam que as mulheres acreditam estar protegidas pela relação estável. Após a infecção, o preservativo foi requisitado para a proteção contra a contaminação pelo HIV e outras DST, e como método contraceptivo. Contudo, percebeu-se a dificuldade de negociar este recurso de cuidado junto ao parceiro, mesmo se tratando de relações entre sorodiscordantes, evidenciou-se que as mulheres continuam reféns de sua vulnerabilidade mesmo após a infecção.
A conclusão que chegamos seria de haver uma proposta mais ampla e um maior investimento pelos governantes e pelos fabricantes de produtos de prevenção sexual. Propagandas e campanhas sobre a prevenção liberal e inteligente diminuiriam o percentual de contaminação das doenças sexualmente transmissíveis, HIV/Aids e de gravidez inesperada.

Um comentário:

  1. Olá,
    Estou passando por aqui para visitar o material de vocês. Esta é a etapa final da atividade com o blog sob minha orientação.
    De vez em quando virei visitá-los rsss...

    Informo que o processo de avaliação consta das seguintes etapas:

    Leitura dos relatórios individuais
    Impressão de todos os textos dos blogs
    Leitura dos textos publicados nos blogs
    Coloco comentário geral no último texto publicado.

    Após o recebimento deste comentário geral. As etapas de avaliação foram encerradas.

    Desejo sucesso para vocês e AGRADEÇO a participação de todos vocês na elaboração das atividades propostas durante nosso curso.

    abraços

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